1 INTRODUÇÃO  As relações mantidas pelas pessoas englobam uma série de factores psíquicos, que nos remetem a fazer análises e a sinteti...

segunda-feira, 15 de abril de 2019

1 INTRODUÇÃO 


As relações mantidas pelas pessoas englobam uma série de factores psíquicos, que nos remetem a fazer análises e a sintetizar teorias a todo momento e são essas teorias que de certa maneira conduzem a convivência entre os seres humanos ou seja a sociedade.

Este trabalho debruça-se sobre uma das teorias da personalidade, a teoria psicossocial enquadrada na disciplina de psicologia geral que constitui uma das unidades curriculares do curso de licenciatura em psicologia, oferecido pela faculdade de educação da Univerdade Eduardo Mondlane para melhor compreesão do tema, o grupo definiu os objectivos abaixo:



1 Conceito De Personalidade


Segundo Hansenne (2003), personalidade é a organização dinâmica, no seio do individuo, de sistemas psicofísicos que determinam o seu comportamento característico e os seus pensamentos.

Personalidade é a identidade distinta formada de padrões relativamente consistentes e duradouros de perceção, pensamento, sentimento e comportamento (Morris & Maisto, 2004).

2 Conceito de estádio psicossocial


De acordo com Davidoff (20 01), é o estádio em que os conflitos sociais precisam ser enfrentados e resolvidos e cujas soluções expressam a saúde mental.

3 Biografia de Erik Erickson


Erik Erickon nascido em 15 de junho de 1902 no sul da Alemanha, foi criado por sua mãe e seu padrasto, mas permaneceu com dúvidas acerca da identidade verdadeira do seu pai biológico. Para descobrir o seu lugar na vida, Erik aventurou-se longe de casa durante o final da sua adolescência, dotando o estilo de vida de um artista e poeta ambulante.

Erik depois de quase sete anos retornou para sua casa, nesse mesmo período recebeu um convite do seu amigo Piter Blos para lecionar uma escola nova em Viena onde um dos fundadores era Anna Freud. Em Viena Erik conheceu e casou-se com Joan Serso, uma dançarina, artista e professora nascida no Canadá. Eles tiveram 4 filhos, desenvolveu aos poucos uma teoria da personalidade, distinta mas não incomparável com a de Freud, publicou em 1950  Childhood and Society. Em 1960, retornou a Harvard e, pelos 10anos seguintes, manteve uma careira activa, escrevendo, fazendo palestras e atendendo alguns pacientes. Ao longo de todas essas mudanças, Erickon continuou a procurar o nome do seu pai. Faleceu em 12 de maio de 1994, aos 91 (Feist, 2006).

4. Pressupostos da teoria psicossocial sobre a formação da personalidade


De acordo com (Morris, 2004), Erickson concordava com muitos dos pensamentos de Freud sobre o desenvolvimento sexual e a influência das necessidades libidinosas. Mas também considerava muito importante a qualidade da relação entre pais e filhos, uma vez que a família constitui o primeiro contacto com a sociedade. As crianças desenvolverão um sentido seguro de identidade somente se sentirem-se competentes e valorizadas aos seus olhos e aos olhos da sociedade. Desse modo, Erickson mudou o foco da teoria da personalidade de Freud para o desenvolvimento do ego. Estudos recentes dos conceitos do Erickson de identidade, intimidade e produtividade reafirmam a importância dessas ideias centrais no desenvolvimento da personalidade.
5 Fases ou estádios de desenvolvimento psicossocial da personalidade
Na lista a seguir, apresentamos uma breve descrição dos 8 estádios do desenvolvimento da personalidade de Erickson:

1º Estádio: confiança básica x desconfiança básica (0 aos 18 meses) primeira idade

Durante o primeiro ano de vida, os bebés ficam divididos entre confiar ou não confiar nos pais. Se suas necessidades em geral são atendidas, eles começam a confiar no ambiente e em si próprios. Esse processo leva à confiança na previsibilidade do ambiente e ao optimismo em relação ao futuro. Bebés frustrados tornam-se desconfiados, temerosos e demasiadamente preocupados com a sua segurança (Morris & Maisto, 2004).

2º EstádioAutonomia x vergonha (2 aos 3anos)

Durante os primeiros três anos, à medida que se desenvolvem fisicamente, as crianças adquirem autonomia e começam a explorar seu ambiente. Aprendem a andar, agarrar objectos e controlar suas funções excretoras. Se a criança falha sucessivamente em dominar essas habilidades, duvida de si própria.
 Uma reacção à dúvida de sua capacidade é a prática de obedecer de maneira compulsiva as rotinas fixas. No outro extremo, está a rejeição hostil a todos os controles, internos e externos. De modo análogo, os pais ou outros adultos depreciam os esforços da criança, ela pode começar a sentir vergonha e adquirir um sentimento persistente de inferioridade (Morris & Maisto, 2004). 

3º EstádioIniciativa x culpa (3 aos 6anos)


Entre os três e os seis anos, as crianças tornam-se cada vez mais activas: iniciam novos projectos, manipulam coisas no ambiente, fazem planos e superam novos desafios. O apoio e incentivo dos pais a essas iniciativas levam a uma sensação de alegria ao tomá-los e assim enfrentar novos desafios. Entre tanto, se a criança for punida por tais iniciativas, sentimentos fortes de culpa, ressentimento e desmerecimento podem surgir e persistir (Morris & Maisto, 2004).


4º Estádio: Domínio x inferioridade (6 aos 12)


Durante os próximos seis ou sete anos, as crianças encontram uma nova serie de expectativas em casa e na escola. Elas devem aprender as habilidades necessárias incluindo o cuidado pessoal, o trabalho produtivo e independência social para tornar-se adultos completos. Se forem tolhidas em seu esforço para tornar-se parte do mundo adulto, podem concluir que são incapazes, medíocres ou inferiores e perder a confiança no seu poder de tornar-se auto-suficientes (Morris & Maisto, 2004).


5º Estádio: Identidade x confusão de papel (12 aos 18anos)


Na puberdade, a infância chega ao fim e as responsabilidades adultas aparecem logo a frente. O problema crucial nesse estádio é o encontro da própria identidade. Na visão de Erickson, a identidade seria alcançada por meio da integração de vários papeis-de alunos, irmão ou irmã, amigo e assim por diante-em um padrão coerente que daria ao jovem uma sensação de continuidade inferior. O insucesso em construir a identidade levaria a confusão de papel e ao desespero (Morris & Maisto, 2004).

6º Estádio: Intimidade x isolamento (18 aos 30 anos)


Durante os primeiros anos de vida adulta, os homens e as mulheres têm de resolver um novo problema crucial: a questão da intimidade. Erickon argumentava que, para amar alguém, precisamos antes de mais nada resolver nossa própria identidade. Para estabelecer um relacionamento íntimo, os amantes devem ser confiantes, autónomos e capazes de iniciativa, alem de exibir outros indicativos e maturidade. O insucesso com a intimidade leva a uma sensação dolorosa de solidão e incompletude (Morris & Maisto, 2004).
7º Estádio: produtividade x estagnação (30 aos 60 anos)
Para o adulto que tem aproximadamente entre 25 a 60 anos, o desafio é permanecer produtivo e criativo em todos os aspectos da vida. As pessoas que souberam transpor os seis estádios anteriores com sucesso têm mais probabilidade de encontrar o sentido e a alegria na maioria dos aspectos-carreira, família e comunidade. Para as que não souberam, a vida torna-se uma rotina entediante, e elas sentem-se rancorosas e enfadonhas (Morris & Maisto, 2004).


8º Estádio: Integridade do ego x desespero (após os 60 anos)


Com a aproximação da terceira idade, as pessoas devem procurar aceitar a aproximação da morte. Para algumas, esse é o período de desespero pela perda de papéis anteriores, tais como de pai ou profissionais. Mesmo assim, de acordo com Erickson, esse estádio representa uma oportunidade para atingir o “eu” pleno. Isso implica a aceitação da vida e um senso de integridade e satisfação. As pessoas que a atingem a maturidade total, resolvendo conflitos nos estádios anteriores, têm a integridade para lidar com a morte sem medo (Morris & Maisto, 2004).

5· Distinção entre a teoria psicossocial e a teoria psicossexual

As principais diferenças entre a teoria psicossocial e a psicossexual são:
Na teoria psicossocial enfatiza-se a qualidade da relação entre pais e filhos na formação da personalidade, segundo essa teoria, as crianças desenvolverão um sentido seguro de identidade somente se sentirem-se competentes, valorizadas aos seus olhos e aos olhos da sociedade, enquanto na teoria psicossexual considera-se o factor mais importante no desenvolvimento da personalidade o instinto sexual e Freud afirmou que a personalidade forma-se ao redor de três estruturas o id, ego e o superego (Morris & Maisto, 2004).

7. CONCLUSÃO

Após o trabalho realizado, o grupo concluiu-se que:
Personalidade é a identidade distinta formada de padrões relativamente consistentes e duradouros de perceção, pensamento, sentimento e comportamento. Segundo Erikson as crianças desenvolverão um sentido seguro de identidade somente se sentirem-se competentes e valorizadas aos seus olhos e aos olhos da sociedade.

As fases de desenvolvimento da personalidade segundo Erik Erikson são: confiança x desconfiança; autonomia x vergonha; iniciativa x culpa; domínio x inferioridade; identidade x confusão de papéis; intimidade x isolamento; produtividade x estagnação e integridade do ego x desespero.

A teoria psicossocial enfatizava a importância da relação entre pais e filhos na formação da personalidade e sua teoria ao desenvolvimento da personalidade em oito estágios enquanto, que na teoria psicossexual considera-se o factor mais importante no desenvolvimento da personalidade o instinto sexual.



8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


Davidoff, L. ( 2001). Introdução a psicologia.3ª edição. São paulo: Pearson Makron Books.
Fest, G & J (2008). Teorias da personalidade.6ª edição. São paulo:  McGraw-Hill.
Hansenne, M. (2003). Psychologie de la personnalite. 1st Editions De Boeck Université. Rue des Minimes, 39, B-1000 Bruxelles.
Morris, C. G. & Maisto, A. A. (2004). Introdução a Psicologia. 6ª Edição. São Paulo: Prentice Hal.


                                                                











segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

TÉCNICAS DE ESTUDOS PARA EXAME DE ADMISSÃO ( PARTE 2)

                                               Ola amados leitores

Hoje trouxe os métodos ( a parte 2) para te ajudar a estudar nessa corrida dos exames de admissão. Não São metidos teóricos, eu usei e deu certo e por isso estou aqui a partilhar minha experiencie para vocês

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Identifique seus objetivos. Antes de começar a estudar, é importante identificar quais são seus objetivos. Defina uma nota como objetivo para cada exame e pense sobre o que você precisa fazer para alcançar essa nota.
Seja realista; considere o quão bem você está indo durante o ano todo, o quão bom é o seu entendimento das matérias e qual o espaço de tempo que você tem para estudar.
Também não defina suas metas para baixo. Tente se esforçar e concentrar-se para atingir todo o seu potencial.
 
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Faça um plano de estudo. Fazer um plano de estudo eficaz e realista é um componente vital para ir bem nas suas provas finais. Ao planejar o seu estudo, você pode garantir que você terá cobrido toda os materiais necessários até a época em que os exames começarem, minimizando o estresse e maximizando a produtividade. Aqui estão algumas coisas que você precisa considerar: 

Mantenha a sua programação. Um cronograma de estudo não é bom se você não cumpri-lo. É por isso que ele precisa ser realista. Considere pausas e eventuais distrações quando planejar, de modo que não haverá desculpas quando chegar a hora. Se ajudar, pense no horário de estudo como um trabalho. Você não tem outra opção senão fazê-lo.
 
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Comece a estudar com antecedência. Isto pode parecer óbvio, mas quanto mais cedo você começar a estudar, mais preparado você estará na hora da prova. Começar cedo garante que você vai ter tempo para cobrir todo o material necessário, tempo para fazer exames de prática e talvez até mesmo tempo para fazer algumas leituras extras, o que lhe dará uma vantagem no dia. Ao começar a estudar com antecedência, você também vai se sentir menos estressado e ansioso e terá mais confiança em si mesmo. 

Idealmente, você deve fazer o estudo parte da sua rotina semanal durante o ano letivo, e não apenas chegando perto dos exames. Você deve se preparar para as aulas, fazendo as leituras necessárias, junto com uma leitura extra em torno do tema em discussão. Comprometa-se com seus professores, faça perguntas sobre qualquer coisa que você não entende e tome notas extensas, pois estas serão uma ferramenta de estudo inestimável mais tarde. Depois da aula, reveja o material e reescreva ou digite as notas que você tomou durante a aula. Isso vai ajudar você a assimilar as informações muito melhor quando chegar a época do exame.

Não procrastine. Todo mundo é culpado de procrastinação em algum momento, mas chegando aos exames finais você deve fazer um grande esforço para evitá-la. Veja o seu horário de estudo como se escrito em pedra. Realmente estude quando você diz que vai fazer isso, assim você minimiza o risco de de passar a semana anterior ou à noite antes do exame inteira estudando. Por mais tentador que seja adiar estudo até o último momento possível, estudar tudo tão perto dos exames é uma forma ineficaz de estudar. Isso diminui as chances de que você realmente assimile todas as informações e aumenta drasticamente os níveis de estresse. Portanto, não procrastine!
 
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Reúna seus materiais. Reúna e organize todos os materiais e recursos necessários para que você possa gabaritar seus exames. Junte suas notas de aula, testes antigos e deveres, apostilas de aula, provas de exames passados e livros relevantes.
Use pastas, marcadores e post-its para organizar o material e tornar a informação importante facilmente acessível.
Leia suas anotações de aula e sublinhe quaisquer palavras-chave, fórmulas, temas e conceitos. Suas notas de aula são um recurso de estudo inestimável e já que são mais sucintas do que os livros, podem lhe dar alguma pista sobre o que é mais provável que o professor enfatize no exame.
Peça emprestado as notas de um colega de classe para comparar com as suas, caso você ache que existem lacunas. 

Encontre alguns textos diferentes dos que você usa normalmente. Um livro didático alternativo pode fornecer informações extras que farão você se destacar do resto da classe, ou pode explicar alguma definição de uma forma que permita compreendê-la totalmente pela primeira vez.
 
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Escolha um local de estudo. Escolher o local certo é um aspecto importante do estudo eficaz. O local de estudo ideal varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas podem preferir trabalhar em casa, onde pode-se pegar uma xícara de café ou um lanche sempre que lhe apetecer. Outros preferem trabalhar em uma biblioteca, onde eles ficam cercados por outros indivíduos focados e têm o mínimo de distrações. Você precisa descobrir o que funciona para você. Pode ser um processo de tentativa e erro útil encontrar a configuração que funciona melhor para você, ou você pode achar que uma combinação de diferentes locais torna o processo menos monótono e mais fácil de manter também.
 
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Vá às monitorias. As monitorias são um serviço que a maioria dos alunos é muito preguiçosa ou muito medrosa para aproveitar. No entanto, a maioria dos professores ou dos monitores ficam muito satisfeitos em ver os alunos tendo um interesse e ficarão mais do que satisfeitos em responder qualquer dúvida ou solucionar quaisquer dúvidas que você possa ter.
Apenas se esforçando para ir às monitorias, você já está dando ao professor uma impressão favorável de você, que pode influenciar o pensamento dele quando corrigir o seu exame.
Discutir o material do curso com o professor também pode lhe dar alguma pista sobre o que ele/ela considera ser os temas mais importantes do curso e, assim, o mais provável que venha a cair no exame. Ele ou ela também pode ser capaz de colocá-lo na direção certa quando se trata do tipo de exame e o que eles vão estar procurando no exame.
 
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Organize um grupo de estudo. Os grupos de estudo podem ser uma ótima ideia para as pessoas que têm dificuldade para motivar-se para estudar. Escolha um grupo de pessoas que você gosta e com quem você trabalhe bem, e organize uma sessão de estudo de duas ou três horas uma vez por semana. Em um ambiente de grupo, você pode trocar idéias com outras pessoas, trabalhar em conjunto em problemas difíceis, e fazer perguntas que você tenha medo de fazer ao professor. Você também pode ser capaz de dividir a carga de trabalho entre vocês.
Por exemplo, se você está estudando a partir de um livro com capítulos longos e complicados do qual é necessária apenas uma informação chave, você pode tentar separar um capítulo para cada e resumir seu conteúdo para todos no grupo. Desta forma, você pode cobrir uma grande quantidade de informações em um espaço relativamente curto de tempo.
Ao trabalhar em um grupo de estudo, é importante que todo o grupo esteja num nível semelhante e tem uma mesma ética de trabalho. Caso contrário, o grupo de estudo não vai funcionar, já que uma pessoa pode acabar fazendo todo o trabalho, ou outra pode ser deixada completamente para trás. Não se sinta mal se você precisa sair de um grupo de estudo que não está funcionando para você. Ir bem nas provas é o mais importante.


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Estudando de forma eficiente

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Estude em blocos de 20-50 minutos. Se você tentar estudar por longos períodos de tempo, você vai se cansar facilmente e seu estudo não será muito eficaz. É muito melhor estudar em períodos curtos de 20-50 minutos. Durante este curto espaço de tempo você será capaz de se concentrar totalmente, maximizando, assim, a quantidade de informações que você absorve.
Depois de 20-50 minutos estudando um tema específico, faça uma pausa rápida de 5-10 minutos e, em seguida, passe para outro tópico. Desta forma, você vai ficar fresco e não vai se cansar do material.
Para usar este método de estudo você terá que dividir seu material de estudo em pequenos pedaços, facilmente digeríveis. Se você separar muito material para cobrir em um curto espaço de tempo, você não será capaz de aprender o material corretamente.
 
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Faça pausas frequentes. A importância de fazer pausas curtas frequentes não pode ser subestimada. Fazer uma pausa permite que seu cérebro processe toda a informação que acabou de ser absorvida e se refresque antes de começar novamente. Você deve fazer pausas de 5-10 minutos entre cada sessão de estudo de 20-50 minutos e um intervalo de 30 minutos para mais de quatro horas.
Utilizar sites de mídia social ou assistir televisão não é o melhor uso do seu tempo de intervalo. É melhor usar esse tempo para comer um lanche saudável para reabastecer seu cérebro, uma vez que ele consome glicose enquanto você estuda. .[1] amêndoas, frutas e iogurte são boas opções.
Você também deve dar uma curta caminhada do lado de fora para pegar um ar fresco. O oxigênio estimula o fluxo sanguíneo, o que ajuda a manter o cérebro em forma. Se você não pode ir para fora, tente fazer alguns alongamentos para relaxar seus membros.
 
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Divida grandes seções em pequenas tarefas gerenciáveis. Estudar pode parecer muito assustador quando você tem como objetivo aprender um tópico inteiro ao longo de uma sessão de estudo prolongada. No entanto, a tarefa será muito mais acessível se você quebrar o assunto em seções menores, que podem ser abordados em pequenas intervalos intensos.
 

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Faça anotações eficazes. Fazer suas próprias anotações personalizadas é essencial para o estudo eficaz. Notas organizadas e bem estruturadas podem ajudá-lo a estudar com muito mais eficiência, já que consultar suas próprias notas sob medida é muito mais rápido do que caçar alguma informação específica num grande livro. Ao fazer suas próprias anotações, você pode destacar as informações essenciais, eliminando qualquer material supérfluo contidas nos livros didáticos.
Ao tomar notas, tente compilar as informações mais úteis e fáceis de compreender a partir de uma variedade de livros, de apostilas do professor e notas de aula. Variando o seu material de origem, você vai produzir notas que são mais amplas em conteúdo. Isso vai ajudar você a se destacar de seus colegas durante um exame e aumentar suas chances de ir bem.
 
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Tente encontrar um método de tomar notas que funcione para você. Alguns alunos fazem cartões, outros usam canetas de cores diferentes ao escrever, enquanto outros usam uma forma abreviada. Faça o que acha certo para você, apenas certifique-se de que as notas estejam legíveis e bem organizadas.
 
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Utilize livros estrategicamente. A maioria dos estudantes universitários são bombardeados com livros didáticos, e lê-los é muitas vezes uma tarefa que eles vêm a temer. No entanto, a leitura de seus livros não precisa ser tão difícil ou demorada quanto você pensa. A chave é aprender a ler o texto de forma mais eficiente e eficaz.
Antes de mergulhar e ler o material em profundidade, tome um minuto para examinar o material vendo brevemente os capítulos que você planeja ler. Leia o título do capítulo e veja se existe um esquema que resume o conteúdo do capítulo. 

Leia quaisquer títulos, subtítulos ou palavras em negrito. Tenha uma ideia sobre o que você vai ler antes de começar.
Pergunte-se quais são os tópicos ou conceitos mais importantes do capítulo. Você pode achar que transformar cada texto sublinhado em questão seja útil. Desenvolva perguntas como Quem?, O quê?, Quando?, Onde?, Por quê?, E como?, Que você possa responder enquanto você lê. 

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Explique o material para outra pessoa.

8. Assim que você sentir que você tem uma boa compreensão do material, pergunte a um amigo ou membro da família, se você pode tentar explicar o material para eles. Se você puder explicar o material de uma forma que a outra pessoa (que não tenha estudado o assunto) possa entender, sem ficar confuso, é uma boa indicação de que você sabe seu tópico bem.
Ao colocar as informações em suas próprias palavras e falar através do tema sem a ajuda de notas, você está ajudando a fixar o conhecimento na memória.
Ser capaz de explicá-lo a alguém também prova que você realmente compreendeu a informação que você aprendeu, ao invés de apenas ter aprendido de cor.
 
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Teste a si mesmo. Depois de ter coberto todo o material que provavelmente cairá no exame final, você deve considerar fazer alguns testes práticos. Fazer testes práticos é uma excelente maneira de testar o seu conhecimento e compreensão do material.
 
Use exames de fim de semestre, questões de classe e provas de exames passados, ou peça ao seu professor para fornecer uma amostra. Exames anteriores ou amostras passadas também ajudarão você a se sentir confortável com a estrutura e formato do exame, o que pode ser de valor inestimável dia do exame.
Não se preocupe se não for tão bem no teste prático quanto você esperava. Todo o objetivo de fazer um teste prático é o de identificar os seus pontos fracos, para que você possa voltar e estudá-los um pouco mais.

 

EMOÇŌES

TEMA:  EMOÇŌES


1.Introdução

O presente trabalho é elaborado no âmbito do leccionado na disciplina de Psicologia geral que constitui uma das unidades curriculares do curso de licenciatura em Psicologia oferecido pela Faculdade de Educação da Universidade Eduardo Mondlane (UEM).
O trabalho debruça-se sobre o tema "Emoções", a partir deste tema foram definidos os seguintes objectivos:
1.1.Objectivo geral:
  • Compreender as emoções como comportamento de um individuo perante os estímulos.
1.1.1.Objectivos específicos:
  • Definir o conceito "emoções";
  • Explicar a natureza das emoções;
  • Distinguir as teorias das emoções;
  • Identificar os componentes das emoções;
  • Classificar as emoções;
  • Explicar as importâncias das emoções;
  • Identificar as consequências das emoções.
  • Distinguir as emoções dos sentimentos


Para a realização do trabalho, o grupo baseou-se na revisão de literaturas.
Em termos de estrutura, após esta introdução, apresenta-se, definição do conceito, natureza das emoções, teorias das emoções, componentes das emoções, classificação das emoções, importância das emoções, consequências das emoções, diferenças entre emoções e sentimentos, conclusão e referências bibliográficas.

 

2. Definição do conceito


Pinto (2001) defende que a emoção é uma experiência subjectiva que envolve a pessoa toda, a mente e o corpo. É uma reacҫão complexa desencadeada por um estímulo ou pensamento e envolve reacҫões orgânicas e sensações pessoais. É uma resposta que envolve diferentes componentes, nomeadamente uma reacҫão observável, uma excitação fisiológica, uma interpretação cognitiva e uma experiência subjectiva.
Para Davidooff (2001), as emoções são estados internos caracterizados por cognições, sensações, reações fisiológicas e comportamentos expressivos específicos.
Segundo Strongman (2004), Platão definiu emoções como facetas da existência muito mais interessantes, considerando-as produto de uma combinação da vida cognitiva superior e da sensual inferior. Também considerou que a emoção estava ligada ao prazer e a dor, e referiu diversas emoções específicas como a raiva e o medo.
De acordo com Simionato (2006), definiu emoções como respostas químicas e elétricas que viajam por nosso organismo. 
 
3. Natureza das emoções

Segundo Davidoff (2001) as emoções são feitas de componentes subjetivos, comportamentais e fisiológicos:
Componentes subjetivos ­ são dimensões como escalas classificatórias aplicáveis a todos sentimentos. Uma delas vai de agradável a desagradável, a alegria é agradável ao passo que a raiva, o medo, e o desagrado não o são. A segunda escala vai de atenção a experiência em uma ponta até a sua rejeição na outra ponta, as pessoas prestam atenção naquilo que as surpreende ou as amedronta, e elas tendem a rejeitar aquilo que as desagrada ou entristece. A terceira dimensão vai do intenso em uma ponta até o neutro na outra ponta, estas três dimensões foram descobertos em uma serie clássica de estudos por Harold Schlosberg em 1954.

Componentes comportamentais ­ durante as repostas emocionais, o comportamento incluí expressões faciais, gestos e ações.

Expressões faciais­ as expressões faciais foram estudadas mais que qualquer outro componente comportamental.
Gestos e ações ­ em crianças pequenas, as emoções costumam ser acompanhadas de comportamento previsível. (Davidoof, 2001)
Componentes fisiológicos ­ a 50 anos atrás, o fisiologista Walter Cannon (1932) sugeriu que o componente físico de uma emoção intensa que supre os animais de energia, a qual ajuda a lidar com as emergências que originaram a emoção. Por tanto as emoções foram chamadas de resposta de luta ou fuga. As mesmas alterações fisiológicas que proporcionaram mais energia também intensificam as experiências emocionais. Reações físicas tais como, tremer, corar empalidecer suar respirar rapidamente e sentir tontura emprestam as emoções uma qualidade de urgência e poder.
4.Teoria das emoções
Teoria de James­Lange ­ Wiliam James foi um dos primeiros teóricos a recomendar firmemente que os psicólogos explorassem as funções da consciência. A teoria da emoção que James (1884) desenvolveu a mais de 100 anos permanece influente até hoje. Ele e Carl Lange (1885) propuseram, independentemente, mais ou menos na mesma época, que a experiência consciente da emoção resulta da perceção que se tem da estimulação autónoma. Sua teoria inverteu o senso comum. Em outras palavras, enquanto o individuo supõe que sua pulsação aumentou porque està com medo, James e Lange argumentam que o individuo sente medo porque a sua pulsação aumentou.
A teoria de James­Lange realça os determinantes fisiológicos da emoção. De acordo com esta visão padrões diferentes de ativação autónoma conduzem a experiência de emoções distintas. Por tanto, as pessoas distinguem emoções como medo, alegria e raiva baseando se na configuração exata das reações fisicas que vivenciam.
Teoria de Cannon­Bard ­ Walter Cannon (1927) considerava a teoria da James­Lange não convincente. Cannon, que desenvolveu os conceitos de homeostase e de reação de luta ou fuga, salientou que pode ocorrer excitação fisiológica sem que haja experiência de emoção. Também argumentou que as modificações viscerais são demasiado lentas para que precedam a experiência consciente da emoção. Finalmente, argumentou que pessoas que exprime emoções muito distintas como medo, alegria e raiva, exibem padrões quase idênticos de estimulação autónoma. Cannon adoptou então, uma explicação diferente de emoção, que Philip Bard (1934) depois aperfeicoou.
A teoria resultante de Cannon Bard argumenta que a emoção ocorre quando o tálamo envia sinais simultaneamente ao cortex (criando a experiência consciente de emoção) e ao sistema nervoso autónomo (criando a estimulação visceral). Ambos estavam um pouco enganados ao definirem o tálamo como um centro neural de emoções. Portanto, são centros de emoções o sistema limbico, o hipotálamo e outras estruturas neurais, no entanto, há muitos teóricos que concordam com a noção de Cannon Bard de que as emoções tem origem em áreas sub corticais.
Teoria dos dois factores de Schachter ­ Stanley Schachter acredita que as pessoas examinam as pistas situacionais para fazer a diferenciação entre uma e outra emoção. Segundo Schachter (1964; Schachter e Singer, 1962,1979) a experiência da emoção depende de dois factores: estimulação autónoma e interpretação cognitiva da referida estmulação. Schachter propõe que quando aparece a sensação de estimulação visceral procura se a explicacao no ambiente.
Schachter concorda com a visão James­Lange de que se infere a emoção a partir da estimulação. Mas também esta de acordo com a posição de Cannon Brand de que diferentes emoções produzem padrões de estimulação indiferenciaveis. Concilia estas duas visões a partir do argumento de que, em vez de pistas internas as pessoas procuram pistas externas para distinguir e denominar suas emoções. Sugere basicamente que as pessoas pensem da seguinte forma: se estou sentindo alguma coisa, e você é detestavel, acho que estou bravo
As teorias evolucionistas da emoção ­ nos últimos anos, alguns teóricos interessados em emocão retornaram as ideias abracadas por Charles Darwin (1872), mais um seculo atrás, acreditava que as emoções se desenvolviam por causa do seu valôr adaptativo. Darwin via as emoções humanas como sendo um produto da evolucão.
Estas teorias evolucionistas consideram emoções como sendo reações inatas, em sua grande maioria, a determinados estímulos, como tal, as emoções deveriam ser imediatamente identificáveis sob a maioria das condições sem muito raciocínio, afinal os animais primitivos, que são capazes de raciocínios complexos, parecem ter poucas dificuldades em reconhecer suas emoções. Teóricos evolucionistas acreditam que as emoções se desenvolveram antes do pensamento, afirmam ainda que, o pensamento desempenha um papel relativamente pequeno na emoção, embora admitam que o aprendizado e o conhecimento possam ter alguma influência sobre as emoções humanas.
As teorias evolucionistas supõe que as emoções se originam nas estruturas sub corticais do cérebro (tais como o hipotálamo e a maior parte do sistema límbico) que evoluíram antes das áreas cérebrais superiores (no cortex) associadas com raciocínio complexo.

5. Classificação de emoções


Emoções primarias ­  

Segundo Morris & Maisto (2004) as emoções primárias são aquelas compartilhadas pelas pessoas do mundo inteiro, independentemente da cultura. Isso incluem no mínimo, o medo a raiva e o prazer, mas pode também incluir a tristeza, a repulsa e outras a maioria dos pesquisadores usa quatro critérios para identificar as emoções primárias (Plutchik 1994). A emoção tem de: ser evidente em todas as culturas, contribuir para sobrevivência, estar associada a uma expressão facial distinta e ser evidente em primatas não˗humanas 
 
Emoções secundárias 

­ de acordo com Morris & Maisto (2004) as emoções secundarias são aquelas encontradas em uma ou mais culturas, mas não em todas. Pode˗se classifica˗la amalgamações subtis das emoções. Existem muito mais emoções secundarias que primárias mas também não há consenso sobre as quais ou quantas são. 
 
.Emoções mistas 

 regularmente, as pessoas sabem que as emoções são mistas. Elas amam e odeiam a mesma pessoa. Elas receiam e anseiam pela mesma, ambivalencia pode ser a regra (Folkman e Lazarus, 1985).
As emoções não so são mistas mas como também estão ligados a motivos (Buechler e Izard, 1983, Tomkins 1979). A ligação motivo­emoção não é uma via de mão única da mesma forma que os motivos invocam emoções, as emoções geram motivos. Se as emoções mesclam­se com os motivos e outras emoções, entram as expressões no rosto das pessoas também deveriam ser mescladas. Geralmente os indivíduos precisam de outros sinais além de rosto para descobrir o que os outros estão sentindo.

Emoções voluveis 


­ as emoções humanas estão em constante mudança, afectos ou humares brandos parecem predominar (Izard e Malatesta, 1984) o psicólogo Richard Solomon (1977, 1980) acredita que o cérebro humano mantém o equilíbrio por meio de neutralização da intensidade das emoções fortes (positivas e negativas). A teoria do processo oponente de Solomon apresenta uma serie de fases:
  • Primeiramente, as experiências despertam emoções relativamente fortes
  • As emoções evocadas pelas experiências despertam automaticamente pós­ reações, as quais contrastam com as emoções .
  • Gradativamente, após reação opõe ­ se ou suprime a força do afecto que a despertou. Os dois processos oponentes da nome ao modelo
  • Depois que uma experiência termina, a emoção que havia sido directamente despertada desaparece rapidamente, a passo que a pós­ reação persiste.
  • Na recorrência das experiências similares , a emoção evocada pela experiência enfraquece, ao passo que a pós reação intensifica se.

6. Importância das Emoções

Damásio (2000) acredita que as emoções são importantes em dois processos biológicos fundamentais, que são:
  • Reacção especifica para determinada situação;
  • Homeostase.
O primeiro processo citado, percebe-se quando através das emoções manifestadas, surge a indicação de como o organismo deve agir face a uma situação de perigo por exemplo, e segundo esta tese proposta por Damásio na ausência desta leitura ou indicação por parte das emoções, o organismo dificilmente saberia como agir perante este tipo de situações.
Segundo o autor acima citado a homeostase atua na regulaҫão do estado interno do organismo, usando uma reacҫão específica, de acordo com esta tese as emoções atuam fornecendo o equilíbrio ao organismo, em suma, para Damásio as emoções são importantes na sobrevivência e adaptação do indivíduo ao meio.
Para Newen (2009) as emoções cumprem funções de grande importância, de onde destacam-se quatro (4) principais:
  • Preparam o indivíduo para acções;
  • Motivam os indivíduos para estas mesmas acções;
  • Possibilitam a avaliação de estímulos externos de forma extremamente rápida;
  • Ajuda no controle das relações pessoais.
O que se pode perceber nesta representação de Newen (2009) são a causa de preparação e motivação das pessoas, de tal maneira que estas catalizam o indivíduo na execução de acções, o que remete a crer que na sua ausência, os indivíduos não estariam motivados no quotidiano, e isto influenciaria no insucesso a nível geral ou global, no entender do autor.
O terceiro ponto citado, explica que as emoções possibilitam a avaliação de estímulos ambientais, de forma extremamente rápida, o que indica que o modo como alguém se sente, influencia directamente na sua leitura do meio, ou seja, na sua interação com o meio em que se encontra.
O último, explica um ponto ainda mais observável, de tal forma que as emoções manifestadas pelo indivíduo participam na sua relação com os outros, o que dá origem aos diversos grupos sociais que se distinguem mundo afora, sendo que o ser humano é um ser de natureza social, e o modo como um indivíduo manifesta as suas emoções o incluem ou não, num determinado meio social.

7. Consequências das Emoções

As emoções afetam o comportamento, e o modo como uma pessoa se sente, afeta o que ela faz. Portanto, as emoções têm impacto directo no modo com que alguém comporta-se. (Staats 1996)
Segundo Lang & Groos (1978; 2008;) cada emoção inclui uma tendência a determinada acção. Podem-se usar as seguintes comparaҫões como exemplo: fugir de uma situação esta relacionado ao medo, o recolhimento ou isolamento revela tristeza. Sendo assim estas tendências são adaptativas.
Para os autores acima citados as emoções negativas restringem o leque de disposições e ideias favorecendo especificamente acções que se enquadram no contexto da emoção, fugir, atacar ou recolher-se. Num dado momento segundo eles, estas restrições podem ser benéficas ao indivíduo, mas podem tornar-se características comportamentais frequentes no indivíduo e é ai que mora o perigo.
As emoções negativas, possuem um efeito tóxico no indivíduo, sendo que a sua manifestação envolve processos hormonais, cardiovasculares, ou outras formas de manifestações fisiológicas, subjectivas ou comportamentais que estão ligadas a emoção em causa. Quando estas emoções se tornam intensas e frequentes na vida de alguém, podem implicar sérios perigos a saúde, como:
  • Depressão perante tristeza intensa e frequente;
  • Quadros de dor crónica;
  • Doenças cardíacas, como alta ou baixa tensão;
  • Stress, quando estados emocionais negativos como raiva, ou tristeza manifestam-se frequentemente, e outras patologias ligadas ao estado emocional debilitado.
Acima foram citadas algumas das consequências das emoções negativas, mas existem também aquelas que podem ser consideradas positivas, apresentou­se alguns dos seus efeitos face a exposição intensa e frequente aos mesmos, e estes efeitos são:
  • O amor amplia a capacidade de curtir e interagir;
  • A alegria inclui tendência a participar de actividades físicas, sociais ou intelectuais;
  • O contentamento inclui uma tendência a integrar vivências, ou seja boas recordações.
Através destas pesquisas e observações, que vêm sendo bastante efectuadas recentemente, observou-se que as emoções negativas têm efeitos, consequências ou tendências específicas, ou seja, determinada emoção negativa possui seu efeito especifico, todavia, as emoções positivas apresentam um comportamento distinto, sendo que apresentam efeitos amplos e difusos, de acordo com as características da pessoa que as manifesta.
8. Emoções e sentimentos
As vezes, há uma confusão conceitual entre sentimentos e emoções, pois são dois processos que se relacionam, no entanto são diferentes entre si, e são usados de certa forma como se fosse o mesmo conceito.
De acordo com Damásio (2000), o que distingue essencialmente sentimento de emoção é: enquanto a primeiro é orientado para o interior, o segundo é eminentemente exterior; ou seja, o indivíduo experimenta a emoção, da qual surge um “efeito” interno, o sentimento. Os sentimentos são gerados por emoções e sentir emoções significa ter sentimentos. Na relação emoção / sentimento, Damásio diz ainda que apesar de alguns sentimentos estarem relacionados com as emoções, existem muitas que não estão, ou seja, todas as emoções originam sentimentos, se estivermos atentos, mas nem todos os sentimentos provêm de emoções.
Normalmente as emoções dificilmente conseguem ser escondidas, pois costumam ser visíveis no corpo de uma pessoa quando ela esta sentindo, por exemplo raiva, medo, tristeza ou alegria. Além disso são sensações que tem uma duração mais curta. Mas quando se trata de sentimentos, eles acontecem na mente, então podem passar despercebidos por outras pessoas e durar muito mais tempo como por exemplo é o caso de amor.


Conclusão

 
As emoçoes são reacҫões complexas desencadeadas por um estímulo ou pensamento e envolve reacҫões orgânicas e sensações pessoais. São também caracterizados por cognições, sensações. No que conserne a natureza das emoções, elas são naturalmente de diferentes componentes onde destacam ­ se componentes subjetivos, fisiológicos e comportamentais. Elas entrelaçam˗se e interagem entre si formando assim os componentes entrelaçados e interativos.
Quanto as teorias de emoções, tentou˗se explicar a origem das emoções, concordando que as emoções surgem no SN (sistema nervoso) mas concretamente nas áreas subcorticais. As emoções classificam se em: primarias que são combinações que produzem várias emoções que as pessoas vivenciam e as variações de intensidade, de salientar que existem muito mais emoções secundarias que primárias, as emoções mistas inclue as sensações opostas.
As emoções são importantes porque ajudam os organismos a enfrentar a questão de sobrevivência postas pelo ambiente, alertam-nos para o perigo, etc. Apesar de terem consequências negativas, as emoções possuem também aquelas que podem ser consideradas positivas, fez­se questão de se apresentar alguns dos seus efeitos face a exposição intensa e frequente aos mesmos. Apesar de estabelecer uma forte relação com o sentimento, as emoções são consideradas diferentes dos sentimentos.


Referências bibliográficas


  • DAVIDOOF, L. L. (2001). Introdução à Psicologia. 3ª Edição. São Paulo: Pearson.
  • DAMASIO A.R. . (2010) o cérebro criou o homem. Editora:cia das letras. São Paulo.
  • MORRIS, C. G. &Maisto, A. A. (2004). Introdução à Psicologia. 6ª Edição. São Paulo: Prentice Hall.
  • PIEDADE Pinto. Inteligência Emocional
  • SIMIONATO, M (2006) competências emocionais: o diferencial competitivo no trabalho, 6ª Edição. Rio de janeiro: qualitymark.
  • STRONGMAN, K. T. (2004) the psycology of emotion 4ª edição.




quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

COMO ENTRAR NA UEM, UP UNILURIO, ISISA, UNIZAMBEZE, etc ( PARTE 1)

COMO ENTRAR NA UEM, UP UNILURIO, ISISA, UNIZAMBEZE, etc ( PARTE 1)



 Ola amados leitores

Como de sempre, trazendo formas de ajudar muitos cidadãos, desta vez trouxemos digas de  como entrar em universidades  públicas( de moçambique)  e de  muitos  outros países.
 No caso de moçambique as vagas são inferiores em detrimento o numero de candidatos, isso quer dizer tu com o um dos candidatos de traçar planos para  que uma dessas vagas seja sua. 

 CHEGA DE PAPO VAMOS O QUE INTERESSA


 1. RACIOCINE, QUE UNIVERSIDADE FARÁS: UEM, UP UNILURIO, ISISA, UNIZAMBEZE etc

Um bom pensamento na escolha da universidade que farás ajudara na melhor preparação, pois nem todas as universidades partilha o mesmo prato de exame de admissão, com isso iras gastar pouco tempo e pouca energia facilitando a sua oraganizacao

2. ESCOLHAS CEDO O CURSO QUE PRETENDES


A escolha do curso tão cedo, ajuda o candidato a não ter uma crise psicológica chamada concurso tão cedo, ajuda o candidato a não ter uma crise psicológica chamada cofunsao  de papeis, segundo o psicólogo ERIK ERIKSON, na na qual o indivíduo não possui um único desejo, vai vadiando de curso em curso porque não encontrou e não encontrara  o curso dos seus sonhos, fazendo com que faça
muitos cursos e sem terminar nenhum. Nem sempre pode não parecer, mas nem sempre aquilo que acreditamos que devemos cursar - ou que muitas vezes nossa família nos exige que cursemos - trata-se da profissão que temos vocação ou habilidade.

3. FACA UM PLANO, MAS UM BOM PLANO DE ESTUDO


Muitos estudantes , escolhem a universidade, o curso todavia não fazem plano de estudo, caro leitor, estudar sem plano e o mesmo estar doente e não saber o que fazer e por consequentemente muitos candidatos acabam chumbando porque estudam coisas desnecessárias. Não quer dizer que ano deves estudar, mas não vale estudar sem saber o por que estas a estudar e quais são as suas metas nesses estudos. 
Um  bom plano de estudo proporciona melhores rendimento. Outros candidatos não estudam muito mas devido ao seu bom plano de estudo acabam ingressando na universidade.

                                    CONTINUA NA PARTE 2